o pensamento solto
correndo louco
pelo universo,
e desvendar
todos mistérios
que nos circundam.
Tão bom...
Largar tinta na camisa,
deixar talha na madeira,
mesmo sem nexo.
Fazer desenho na areia,
criar melodia no sopro,
trazer sonhos
para a vida.
Melhor ainda
é ver que a gente
pode ser diferente.
É perceber que existe
o inusitado
no cotidiano,
algo de novo,
algo de humano.
[ Este e outros poemas estão
na coletânea "A multiplicação dos cães" ]
